Como a gestão de pontos no Brasil está se transformando rapidamente | Evartel

No mundo do empreendimento, há algumas coisas que as empresas precisam que nós, em nossas vidas pessoais, nem paramos para pensar. Vários aspectos que completam a estrutura interna de uma empresa são produtos e serviços que apenas empresas precisam, como por exemplo: servidores internos, cadeiras de escritório, impressoras industriais… e relógios de ponto.

Muitas vezes, esses mercados relacionados diretamente às empresas ficam muito tempo sem grandes inovações, já que a mentalidade de muitas pessoas é a de “não mexer em time que está ganhando”. Mas será que esse é o caso mesmo? O ideal não seria que, de vez em quando, repensássemos se estamos realmente sendo eficientes e se já não há algo melhor por aí? Aqui na Evartel, acreditamos que sim. Os relógios de ponto foram evoluindo até chegarem no tradicional Relógio de Ponto Eletrônico (REP), mas a inovação parou por aí. Entraves burocráticos e exigências que não cumpriram seu objetivo impediram, por muitos anos, que o mercado de gestão de pontos pudesse evoluir. Isso tudo começou a mudar em 2011, com a portaria 373 do Ministério do Trabalho e Emprego.

O mercado de controle de pontos manteve-se relativamente estável por mais de uma década, e isso não se deve por entraves tecnológicos ou impossibilidade de aprimoração dos produtos, mas sim por conta de entraves legais e altos custos para homologação de equipamentos. Com a modernização da legislação em torno de sistemas alternativos de ponto, as portas foram oficialmente abertas para inovarmos na comprovação, consulta e universalização do registro e gestão de pontos. Com isso, o mercado tornou-se extremamente aberto à possibilidade de disrupção, o que tem sido observado com o surgimento de alternativas completamente digitais que até mesmo eliminam o relógio de ponto por completo.

Hoje é um dos melhores momentos para se investir e inovar nesse mercado tão específico, mesmo apesar do que tem ocorrido com a mudança do local de trabalho e com as dificuldades da pandemia. Muitos trabalhos podem ser migrados para home office, e essa tendência nunca esteve tão forte no mercado de trabalho. Ainda assim, é necessário fazer a gestão das horas trabalhadas destes funcionários, e o controle tradicional de pontos não era capaz de suprir esta demanda. Além disso, há várias funções que precisam continuar presenciais e dependem mais da disponibilidade do colaborador do que do volume de trabalho efetivamente feito. Em outras palavras, enquanto alguns cargos inevitavelmente passarão a ser controlados a partir de metas batidas e projetos finalizados, alguns trabalhadores sempre precisarão confirmar seus horários de chegada e saída.

Há diversas formas de melhorar esses registros: a eliminação do relógio de ponto como o conhecemos tradicionalmente, susbtituído por um registro feito pelo celular ou em um tablet na frente da empresa, é uma alternativa econômica e viável hoje, além de ser um modelo eco-friendly e flexível; um colaborador com jornada mista, algo que tem se popularizado entre as empresas, pode bater seu ponto ao entrar no escritório em dias em que tiver que ir para o trabalho presencialmente e registrar o ponto pelo aplicativo nos dias em que trabalhar de casa.

E os comprovantes? Bom, essa é uma discussão interessante, pois os comprovantes foram feitos para proteger o funcionário em disputas de horas trabalhadas, mas não cumprem seu papel e só servem para aumentar o consumo de papel da empresa e o lixo produzido. As folhinhas de comprovação são jogadas no lixo por praticamente todos os trabalhadores, suas impressoras vivem estragando (e custando caro para durar só mais um pouco), as bobinas de papel sempre têm que ser repostas, enfim… Uma lei que foi feita para proteger a todos não faz absolutamente nada.

Com as alternativas possíveis hoje, podemos proteger muito mais o funcionário e as empresas de processos trabalhistas. Os comprovantes ficam todos no acesso do colaborador e da empresa. Alterações, inserções e remoções podem ser vistas por todos os interessados e um histórico pode ser mantido. O acesso continua ininterrupto, fica guardado de forma organizada e pode ser consultado de qualquer lugar. Acabou a limitação de guardar um comprovante de papel que pode sumir ou perder a tinta.

Além das facilidades que isso cria para os funcionários, a gestão mais moderna dos pontos tem sido possibilitada com ferramentas mais flexíveis e modulares que se apresentam no mercado. Enquanto os softwares antigos de gestão estavam antigos, engessados e com necessidade de adaptações para se adequar às leis trabalhistas de hoje, os softwares atuais fazem os cálculos de forma automática, apontam erros e emitem relatórios do que tem acontecido com as equipes, o que permite que o profissional que faz a gestão das jornadas tenha tempo a mais para cuidar de outras questões urgentes. É possível descomplicar a vida do RH muito mais do que simplesmente emitir folhas de ponto ao fim do mês.

Por essas e outras, na Evartel acreditamos estar na vanguarda da evolução do registro de pontos e jornadas de trabalho nas empresas. Nossos produtos estão alinhados com as novidades tecnológicas e administrativas da nova década que se inicia, e pretendemos ir cada vez mais além. Oferecendo reconhecimento facial, geolocalização e acessos de qualquer lugar, somos parte do processo de disrupção e evolução da gestão de pontos dos negócios brasileiros.

Sinta-se convidado(a) para participar dessa transformação com a gente! Contrate a Evartel para a gestão de pontos em sua empresa e nunca mais tenha dor de cabeça com esse processo tão necessário nos locais de trabalho.